Qual a diferença entre um otimizador de rotas dinâmico e um não dinâmico (D+1)?

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Cada vez mais, as empresas vêm buscando alternativas para maximizar suas operações e, ao mesmo tempo, minimizar custos. Uma dessas soluções é o otimizador de rotas, ferramenta de planejamento logístico que racionaliza a operação de entregas de embarcadores, transportadoras e operadores logísticos.

Há atualmente duas espécies de roteirizador: o otimizador de rotas dinâmico e o não dinâmico ou estático. Antes de compreender quais as distinções entre ambos, é salutar entendermos como eles funcionam, bem como quando definir um ou outro modelo com base nas premissas de cada negócio.

O que é otimizador de rotas?

O otimizador é um sistema de planejamento de rotas. Ele visa aumentar a eficiência de entregas, coletas e viagens, bem como maximizar as taxas de ocupação dos veículos. Há a redução de quilômetros rodados, racionalização da utilização da frota e diminuição de tempo de percurso.

Qual a importância da otimização dinâmica?

O otimizador de rotas dinâmico revolucionou o mercado de transportes. Ele proporciona a redução no uso de veículos em mais de 14% e diminuição de quilômetros rodados de cerca de 13%.

 

Outro ponto importante é a padronização dos processos, resultando em menos riscos e erros de operação. Com isso, há mais eficiência nas entregas e atendimentos, o que aumenta consideravelmente o faturamento. E, por fim, torna todo o processo muito mais ágil, podendo elevar o número de viagens por período e tornar o negócio mais lucrativo.

Qual a diferença entre otimizador de rotas dinâmico e não dinâmico?

O roteirizador dinâmico é mais utilizado em operações cujos horários são flexíveis, bem como quando há a necessidade de inclusão de paradas ou desvios não planejados. Já o roteirizador não dinâmico, é mais adequado para operações com turnos fixos, premissas de negócios menos complexas e estratégias pré-definidas antes do início da viagem dos veículos.

Como escolher o otimizador de rotas ideal?

O primeiro requisito que deve ser levado em consideração é a capacidade do sistema de padronizar processos, a fim de reduzir custos e maximizar as operações. Um bom otimizador de rotas deve calcular precisamente a quantidade de veículos e motoristas, o tempo gasto em cada percurso, gastos com pedágio e combustível, as condições de trânsito e do clima, prazos, percentual de ocupação dos veículos e detalhamento das cargas.

 

Além disso, é fundamental que ele possa analisar a necessidade de redução de horas trabalhadas da equipe, adequar as operações quanto à legislação vigente e integrar softwares de gestão de produtos e rastreio de veículos e cargas. O programa deve ser fácil de usar, possibilitar o armazenamento de dados em nuvem e gerar relatórios.

 

Caso excelência operacional seja uma prioridade, conheça as soluções de otimização da Pathfind. Fundada em 2013 e com mais de 60 algoritmos desenvolvidos, oferecemos soluções tecnológicas para otimização logística e comercial (vendas e trade marketing) para clientes de diversos segmentos.

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